A semana que passou, coladinha no show do Paul MacCartney, me pegou pelas pernas e deixou saudade. Não quero nem falar sobre o show porque tenho um sério problema com o passar o tempo sobre as coisas que vivi. É como se eu evitasse escutar as músicas do Paul, porque sentirei muita saudade e sofrerei. Anyway, por isso resolvi dedicar o post à segunda coisa mais emocionante da última semana: minha participação na Oficina de Jornalismo da TV Record.
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| Produção atrás de fontes |
Não sou sentimental só com o que diz respeito aos relacionamentos amorosos, familiares e de amizade. Sou uma emotiva também nas questões profissionais. E por mais que eu critique a ingratidão do jornalismo, me esforço muito para um dia alcançar meus objetivos nele.
Todos sabem que meu interesse número um é TV, mas como há mais de um ano não trabalho nessa área, estava com medo de ter perdido a afinidade com produção, reportagem, texto e edição. Na oficina, contudo, constatei que minha paixão pelo telejornalismo está mais viva do que nunca e até resolvi acreditar que levo jeito pra coisa. É claro, também fiquei muito feliz porque matei a saudade da reportagem. Matei não, dei uma amenizada.
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| Eliza, Juliano, Ananda e Fabiane |
Divididos em dois grupos de quatro integrantes discutimos pautas, fomos à externa, redigimos texto, editamos imagens e conhecemos todo o funcionamento da emissora. Cada grupo, com um repórter, produtor, editor de texto e editor de imagem fez uma matéria pautada pela 56ª Feira do Livro de Porto Alegre. O meu grupo decidiu falar sobre a utilização das histórias em quadrinhos como recurso pedagógico.
A chance de avaliar com calma as reportagens finalizadas também foi preciosa, já que dificilmente é possível fazer uma reflexão dessas na correria da redação. O produto final foi muito satisfatório e pretendo postá-lo aqui assim que eu conseguir o dvd!
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| Os coordenadores Rodrigo Falcão e Pedro Calvi |
Depois daqueles cinco dias de imersão, admito que a vontade foi de ficar. Como faço estágio em órgão público há um ano, volta e meia me sinto embuída daquele ambiente e às vezes esqueço do que gosto de verdade. Coisas que a Oficina me relembrou. Saúdo muito a iniciativa do Grupo Record pelas oficinas da TV Record, Rádio Guaíba e Correio do Povo. Tenho certeza de que serviu de combustível para todos!
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